Como a sociedade reagiria ao desacobertamento?



Implicações sociais do desacobertamento (com Arimatheia Gomes)


Extraterrestres também em debate no Brasil, informa o Jornal de Brasília:



The New York Times confirmou os rumores da existência de um órgão secreto do Pentágono responsável por avistamentos de UFOs testemunhados por militares



O fim de 2017 foi um ano marcante para a Ufologia Mundial. Desde meados de agosto desse ano começaram a sair rumores sobre um oficial de alta patente da Defesa dos Estados Unidos que estaria disposto a contar o que sabe sobre os UFOs. O militar Luis Elizondo é veterano do setor de Inteligência de diversas guerras. 

Os ufólogos também não conheciam a To The Star Academy for Arts and Science (TTSA), fundada pelo guitarrista Tom DeLonge, seu hoje CEO e que vem defendendo uma abertura global sobre os discos voadores, sendo apoiado até mesmo por militares. Elizondo e até ex-membros da CIA e FBI fazem parte da Academia de DeLonge.

Uma matéria publicada no The New York Times confirmou os rumores que circulavam pela internet e revelou a existência de um órgão secreto do Pentágono que possui a responsabilidade de investigar avistamentos de UFOs testemunhados por militares, o Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais (AATIP), departamento do qual Elizondo foi diretor. 

A questão agora é o que acontecerá depois e como o mundo vai receber a confirmação de que não há UFOs, mas sim naves de outros mundos, que são mais adiantados e tecnológicos do que a Terra, visitando-nos há décadas. “Posso assegurar que haverá uma severa inquietação em segmentos como a ciência, a história e a religião quando a abertura ufológica ocorrer”, diz Thiago Ticchetti, coeditor da Revista UFO. O evento, com capacidade para 400 pessoas, já tem 350 lugares ocupados.


Ufólogos se reúnem no Congresso Brasileiro de Ufologia, em Curitiba, para pedir que a entidade reconheça a existência e pesquise os UFOs, segundo noticiado no Jornal do Comércio do Ceará:

A comunidade ufológica nacional estará se reunindo durante o XXV Congresso Brasileiro de Ufologia para dar mais um passo no sentido de que a Organização das Nações Unidas (ONU) abra os olhos para os assuntos ufológicos e assuma sua responsabilidade em relação ao tema. No congresso se pretende discutir as mais diversos implicações da divulgação oficial do Fenômeno UFO e da presença alienígena no Sistema Solar.

A expectativa é que a ONU abrace a realidade da presença alienígena na Terra e reabra discussões e estudos científicos para debatê-lo, assunto que se mostra recorrente no meio ufológico mundial há décadas. E já que o fenômeno ocorre em todas as nações do planeta, seria uma forma de se garantir um tratamento mais abrangente e mais coordenado sobre a realidade dos UFOs. Uma tentativa nesse sentido foi feita na década de 70 por iniciativa do presidente de Granada, simpático ao assunto, e com a participação de J. A. Hynek e Jacques Vallée.

Resultados cada dia mais próximos 

Em um primeiro momento das tentativas anteriores tudo parecia correr bem, mas então a ONU simplesmente deixou a discussão de lato e o assunto morreu, por interferência dos Estados Unidos. Depois vieram outras tentativas inócuas e descoordenadas. E então, em 2013, durante o IV Fórum Mundial de Ufologia, o editor da Revista UFO A. J. Gevaerd voltou novamente à carga e lançou a “Carta de Foz do Iguaçu” para pleitear que a ONU voltasse a tratar do tema, mas infelizmente o documento não produziu qualquer efeito.

Em 2018, um grupo de cúpula da Ufologia Mundial se reuniu em Moscou, na Rússia, para falar sobre o assunto e também para formar o que foi denominado de Coalizão Mundial para o Contato Extraterrestre, cujo número de 30 membros – o mínimo exigido para que a ONU aceite uma petição oficial – foi alcançado no final de outubro de 2019. Os 30 delegados são de 30 países distintos de todos os continentes e considerados as maiores referências na Ufologia atual

Movimento mundial coordenado

O coordenador geral da Coalizão Mundial para o Contato Extraterrestre é o ufólogo inglês Gary Heseltine, um dos principais nomes da Ufologia na Inglaterra. Na Europa, o coordenador é Roberto Pinotti, reconhecido como o maior pioneiro da Ufologia Italiana e correspondente internacional da Revista UFO. Nos Estados Unidos a coordenação está a cargo de Donald Schmitt, um dos maiores especialistas no ainda enigmático Caso Roswell. Para a coordenação das ações nas Américas do Sul e Central o escolhido foi Gevaerd, fundador e editor da Revista UFO, a única sobre Ufologia existente no país e a mais antiga em circulação em todo o mundo. Gevaerd é também diretor nacional da Mutual UFO Network (MUFON) e idealizador da campanha “UFOs: Liberdade de Informação Já”.

Congresso Brasileiro de Ufologia

A campanha conseguiu que a Força Aérea Brasileira (FAB) abrisse seus arquivos secretos sobre os discos voadores, resultando não apenas no reconhecimento oficial da existência dos UFOs, mas também na liberação de cerca de 20.000 páginas de documentos ufológicos, hoje disponíveis no Arquivo Nacional para consulta de toda a sociedade.

O movimento da Coalizão Mundial para o Contato Extraterrestre, confirmado em 2020, já chega como o mais bem organizado e potente de todos. Ele é considerado infalível por consultores que compreendem a mecânica da ONU, a qual simplesmente não pode se recusar a aceitar e abrir discussões sobre propostas ou petições que partam de órgãos que tenham representação em pelo menos 30 países.


Grande debate sobre a revelação oficial da existência dos UFOs pelas potências mundiais

Desde o final de 2017 a comunidade ufológica acredita que estamos na iminência de uma grande abertura sobre os discos voadores. E isso será um ponto sem retorno na história humana.

O Pentágono pesquisa secretamente os UFOs e com orçamento estimado em US$ 22 milhões ao ano. Crédito: Revista UFO

O final do ano de 2017 foi impactante para a Ufologia Mundial. Havia, desde meados de agosto daquele ano, rumores sobre um oficial de alta patente da Defesa dos Estados Unidos disposto a contar o que sabe sobre os UFOs.

Ninguém imaginava o que viria e nem quem seria o militar, que hoje sabemos tratar-se de Luis Elizondo, veterano do setor de Inteligência de várias guerras. Os ufólogos também não conheciam a To The Star Academy for Arts and Science (TTSA), fundada pelo guitarrista Tom DeLonge, seu hoje CEO e que vem defendendo uma abertura global sobre os discos voadores, sendo apoiado até mesmo por militares.

Elizondo e outros ex-membros da CIA e FBI fazem parte da instituição de investigação fundada por DeLonge. Em dezembro daquele ano uma matéria publicada no jornal The New York Times confirmou os rumores e revelou ao mundo um órgão secreto do Pentágono responsável por investigar avistamentos de UFOs testemunhados por militares: o Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais (AATIP). Elizondo era justamente o diretor do departamento. De lá para cá, as notícias se avolumaram e não parece absurdo supor que logo teremos uma revelação mais ampla sobre os UFOs, ou no mínimo um posicionamento bem mais favorável ao diálogo com a população do que o de agora. Outro ator importante desse processo - e que vem se manifestando cada dia mais abertamente sobre o tema - é o Vaticano, contrariando todas as expectativas de que uma instituição religiosa da importância da Igreja Católica Romana se revelasse tão aberta à abertura desse diálogo.


O que vem depois dos UFOs

A questão agora é o que acontecerá depois e como o mundo vai receber a confirmação de que não há UFOs, mas sim naves de outros mundos, que são mais adiantados e tecnológicos do que a Terra, visitando-nos há décadas.

Enfim, a mudança que viveremos após a abertura ufológica será o tema da conferência proferida pelo autor, administrador e coeditor da Revista UFO Thiago Ticchetti no anunciado Congresso Brasileiro de Ufologia previsto para acontecer em Curitiba. “Posso assegurar que haverá uma severa inquietação em segmentos como a ciência, a história e a religião quando a abertura ufológica ocorrer”, diz Ticchetti. Profundo conhecedor do assunto, ele é autor de 11 livros, entre os quais o Guia da Tipologia dos UFOs, o Guia da Tipologia Extraterrestre e Quedas de UFOs, publicados pela Biblioteca UFO. O conferencista, que já entrevistou os mais importantes ufólogos do mundo, também tem participado regularmente de programas dos canais Discovery, History e NatGeo. É o atual coordenador da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e sub-diretor nacional da Mutual UFO Network (MUFON).

Manobras radicais e abduções fora do corpo

Os episódios de desdobramento – ou saída do corpo, como é normalmente conhecido esse fenômeno – são mais comuns do que se pensa e podem esclarecer inúmeros aspectos das abduções e de contatos alienígenas. Muitas vezes, o fenômeno acontece de forma espontânea, mas, segundo o palestrante e pesquisador espiritualista Wagner Borges, “esses eventos podem ser controlados com a prática de exercícios", explicará ele em sua apresentação em Curitiba. Borges, que é grande conhecedor do assunto e reconhecido especialista em experiências de desdobramento, dará informações sobre o que ocorre em outros planos de existência de onde, talvez, venham os alienígenas. E quando o assunto envolve UFOs, o que mais chama a atenção das testemunhas, mesmo as do setor aeronáutico, como pilotos e engenheiros, são as manobras e as velocidades impossíveis a nós que as naves apresentam. A explicação para esse feito pode estar não no macro, mas no microuniverso da Física Quântica, sustenta o ufólogo e especialista em telecomunicações Alcides Côres. Na opinião dele, “civilizações alienígenas podem usar diversos fenômenos que ocorrem em escala quântica para executar seus deslocamentos e manobras, que para nós parecem impensáveis”.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Taxonomia das hipóteses sobre a origem dos UAPs

Ufologia e Religião – Essas duas coisas se misturam?

A existência de Inteligência Extraterrestre poderá vir a público?