UFO - Perguntas e respostas - Parte V
33. Por que motivo se noticia tanto o envolvimento constante dos EUA com casos de aparições significativas que ocorrem em vários países do mundo?
Resp. – Esse é um enigma quase tão difícil de ser desvendado quanto a intenção das espécies alienígenas que nos visitam. Mas o que se apreende dessas ocorrências é que tão logo as notícias começam a circular, os americanos se apressam a “oferecer seus préstimos” na investigação dos fatos, mas sempre de forma velada e “por trás dos panos”. Foi assim na Operação Prato, em 1977, e também no Incidente de Varginha, em 1996. O fato é que o governo americano demonstra um interesse inequívoco nos casos marcantes e mais significativos que acontecem ao redor do mundo. Como suas parcerias estabelecidas nesses locais também fazem questão de negar a interferência dos EUA nos eventos – ainda que existam registros inequívocos de sua participação – então o que se sabe vem sempre através dos relatos das personagens envolvidas, e nunca pelos meios oficiais. Mas o que chega a público não deixa dúvida alguma de que existe um envolvimento real daquele país pelo menos nos casos que vão além de simples relatos, ou que se estendam por um período maior de tempo. No caso Varginha, os envolvidos dizem que foram os militares brasileiros a serem alertados pelos americanos sobre o fenômeno, posto que já o vinham monitorando há semanas por seus radares antes mesmo que o caso se tornasse público pelo alerta levado a todo o município e cidades circunvizinhas, como Três Corações. No episódio específico de Varginha, as circunstâncias do envolvimento americano imitou o modelo do filme MIB-Man in Black (Homens de Preto), estrelado nas telas por Will Smith, levando a crer que ao próprio povo americano também não restam dúvidas de que os EUA estão sempre enviando agentes para levantar dados sobre os eventos, com absoluta certeza. E é evidente que tal atitude contraria a habitual alegação de que não acumulam informações sobre o fenômeno, mantidas secretamente e tão enfaticamente negadas. Mas não é segredo para ninguém que o governo americano foi o primeiro a instituir a “política da mentira” quando o assunto são os UFOs, independentemente de onde aconteçam. Segundo os ufólogos, apenas o Vaticano detém mais informações secretas do que os americanos a respeito dos OVNI’s. Porém a Santa Sé, como já mencionamos aqui, vem dando claros sinais de uma nova postura nesse sentido, começando a dar declarações públicas a respeito. Bento XVI chegou até a fazer um simpósio com autoridades internacionais sobre o tema, contrariamente à insistência dos EUA em negar sistemáticamente o fenômeno, o que hoje está mais pra “tapar o sol com peneira” e repetir ações de acobertamento que beiram o ridículo, levado em conta as estatísticas de que o número de americanos que acredita em inteligências extraterrestres nos visitando já beira os 80% da população do país. Surgiu daí a chacota de que o governo se comporta como um marido que propaga aos quatro ventos ser casado com a mulher mais virtuosa do mundo, mesmo sabendo que ela já saira com todos os seus amigos. E não é pra menos!
34. É possível que, com esse aumento absurdo do número de avistamentos, os governos – notadamente os EUA – acabem por mudar essa política da negação e assumindo a existência do fenômeno UFO, a exemplo do que o Vaticano vem sinalizando para o mundo?
Resp. – Muito provavelmente sim, embora não se tenha como prever quanto tempo ainda deveremos esperar para que isso comece a acontecer, pelo menos no que toca ao governo americano pois que, dentre todos, é o que se mostra mais resistente à ideia.
35. Mas isso não se apresenta como um contra-senso de quem se auto-intitula “o país mais democrático do mundo”?
Resp. – Sem dúvida. O que fica parecendo é que esse título, pelo menos aplicado ao que não possuem interesse em revelar, está mais para um “slogan” de marketing do que para política governamental identificada com os interesses da população, uma vez que a grande maioria do povo americano se posiciona contrária a tal postura. Mas é inegável que existem muito mais razões para acobertamento do que para liberação das informações, já que o assunto tem implicações de natureza bastante complexa.
36. Como a questão doutrinária das igrejas, por exemplo?
Resp. – Diríamos que vai bem além de mera questão doutrinária. No campo da doutrina, que é o conjunto de crenças levadas aos fiéis pelos dirigentes das igrejas – as coisas até possuem alguma flexibilidade – ou adaptabilidade, digamos assim – que podem ser moldadas a novas descobertas sem ameaçar suas estruturas básicas. Isso aconteceu muitas vezes, como na visão geocêntrica da Terra nos tempos de Copérnico para a heliocêntrica a partir de Aristarco de Samos, e que foi assumida por todas as igrejas depois, sem fazer ruir seu sistema de crenças. A resistência maior vem dos aspectos dogmáticos. Existe uma diferença grande entre um e outro, pois que a doutrina está associada à forma como a fé é levada à pratica das pessoas, e o dogma está inserido na essência que dá sustentação ao seu esquema de crenças. Pela ótica filosófica o dogma, no que se refere a professar a fé, diz respeito àquelas “verdades divinas” que não admitem contestação porque supostamente teriam sido ditadas pelo próprio Deus. Para mudá-las, portanto, qualquer teoria que as contrarie encontrará resistências quase intransponíveis. A lógica não é difícil de entender: uma mudança de doutrina pode significar apenas que o homem fez uma leitura errada da vontade de Deus, mas tentar mudar um dogma implica em contrariar o próprio Deus, e isso se apresenta como uma heresia – um verdadeiro “crime de lesa-divindade” – que toma dimensão absurdamente inquestionável para a maioria das pessoas. Quer um exemplo prático? Essa teoria de que a terra é plana dos novos “terraplanistas”, e nos remete a um retorno da humanidade à idade média, seria um crença de natureza meramente doutrinária. Mas experimente dizer que a crença em Jesus Cristo e toda sua história não passou de uma fraude dos primeiros cristãos, para sentir a diferença de reação. Isso tem força para fazer qualquer pessoa correr risco real de vida ao sustentá-lo, muito próximo do peso que muçulmanos radicais atribuem a Maomé.
37. Mas em que sentido, exatamente, a aceitação de inteligências extraterrestres poderia se chocar com esses dogmas religiosos de caráter hermético? Elas não poderiam ser inseridas na mesma idéia do Deus que se crê, apenas com seus domínios estendidos a todo o cosmos, em vez de permanecer restrito ao nosso planeta?
Resp. – A princípio sim, se tomado por essa ótica de mera “ampliação”, ao invés de “reestruturação” que jogasse por terra tudo o que se acreditou até aqui. Mas o assunto não se restringe a esse aspecto de haver ou não outras espécies inteligentes no cosmos. Algumas evidências apontam para fenômenos muito além da capacidade de absorção de pessoas comuns, que não encontram paralelo algum com nada do que lhes passa pela cabeça como “realidade possível”. Essas pessoas imaginam seres extraterrenos diferentes de nós apenas na forma física, por exemplo, aquela imagem padronizada de homenzinhos verdes de cabeças grandes e olhos enormes, quando muito, mas usam as mesmas referências que possuímos aqui para trabalhar essa idéia, como a de seres de carne e osso, apenas num estágio de avanço maior que o nosso.
38. E não é assim?
Resp. – Esta sua pergunta já caracteriza o pensamento predominante, mas os fenômenos vão muito além disso, de seres provenientes de um planeta distante, ou simplesmente dominando tecnologias que quebram algumas regras da física conhecida, como sair de zero para 20 mil quilômetros por hora em segundos, ou executar uma mudança de rota de 90 graus ou até de 180 sem reduzir a velocidade. Pode-se dizer que isso reflete apenas o lado concreto da questão. O problema maior reside no aspecto abstrato dos fenômenos que têm povoado os estudos dos cientistas.
39. Poderia descrever alguns?
Resp. – De forma resumida, poderia ser mencionado o conceito desse deus que nos foi transmitido, por exemplo. Há os que defendam que tudo o que se pode ler na bíblia em termos de “elevação aos céus” e “milagres” não vão além de experiências entre humanos da antiguidade e esses visitantes do espaço.
40. Isso implicaria em dizer que tudo o que acreditamos até hoje esteve errado e que Deus, conforme o vemos, não existe?
Resp. – Aí é que está: decididamente NÃO PODE ser visto desse modo! Mas apenas que a história foi contada de uma forma errada para nós. Implica em imaginar que Moisés teria feito talvez um contato com um desses seres no Monte Sinai, e não com Deus, e que a dita “sarsa de fogo” não ia além de uma nave brilhante e desconhecida que ele não poderia entender como um artefato nos mesmos moldes de hoje. Isso descarta a existência de um Deus? É evidente que não. Mas talvez tivéssemos que fazer algumas correções, como a de que os antigos mantinham uma relação rotineira com Deus que nós não temos, por exemplo. Por que apenas eles teriam e nós não? A diferença pode ser que eles não tinham como explicar o que viam, e nós já podemos fazê-lo por tudo o que aprendemos sobre o universo depois. Na verdade, quem quisesse hoje poderia explicar a Bíblia inteira, e sem muito esforço, à luz da ciência fazendo uso apenas da lógica racional e algum conhecimento de física quântica, quando muito. E dentro dessa linha, entender Jesus como um desses seres – ou alguém instruído por eles – tornaria bem mais fácil entender seus feitos como uma tecnologia avançada demais para a época, em vez de milagres. Andar sobre as águas, curar doentes ou ressuscitar alguém, por exemplo, poderia ser visto como habilidades especiais e incompreensíveis para a época, mas que hoje a ciência contempla, sem atribui-los a fenômenos sobrenaturais.
41. Refere-se inclusive ao episódio da ressurreição de Lázaro por Jesus?
Resp. – Exatamente. Qual a diferença do aplicado a Lázaro e a ressurreição que se pratica hoje em alguns casos, como o de um infarto? Tecnicamente apenas o tempo em que o indivíduo permanece morto. Nossa ciência atual não conseguiu ainda resultado maior que alguns minutos. Mas quem pode afirmar que uma técnica avançada não poderia estender esse tempo a horas, ou até dias, ao descobrir como preservar seus sinais vitais por mais tempo? Isso tem mais a ver com a capacidade de descobrir esses meios do que com questões de natureza irreversível, uma vez que o corpo vai perdendo aos poucos suas funções, e não de imediato como se acreditava antes. Poucas décadas atrás se vinculava a morte à parada cardíaca. Hoje se sabe que enquanto o cérebro se mantém ativo o indivíduo pode ser ressuscitado. Pense-se então sobre quando se retira hoje o coração de um paciente sem produzir sua morte durante uma cirurgia, falta descobrirmos como manter o cérebro ativo por mais tempo do que o conseguimos atualmente. Faz sentido?
42. Faz todo sentido. Mas esse é o aspecto “concreto”, pelo que entendi. E onde estaria o lado “abstrato” que você mencionou, e que se mostra difícil de ser assumido devido aos parâmetros que possuímos atualmente?
Resp. – Seriam aquelas coisas em que o uso de técnicas especiais sejam confundidas com fatos atribuídos somente ao sobrenatural ou ao seu lado místico, a exemplo de como entendemos o fenômeno da reencarnação, por exemplo. Diversos relatos de encontros com esses seres sustentam que eles teriam capacidade de “renovar” seu próprio período de vida pela substituição de seus corpos desgastados pelo tempo. Melhor dizendo, sua tecnologia já permite que transplantem seus cérebros em outro corpo, que eles produziriam por efeito de clonagem, nos mesmos moldes em que salvamos o HD de nossos computadores que pifaram e os reativamos em outra máquina. A diferença é que, no caso deles, essa “máquina” nova é orgânica. Mas como obtê-la não é mais mistério para nós desde a clonagem de Dolly, a ovelha que inaugurou a era de seres vivos gerados a partir da transferência de seu DNA, criando o seu clone. Deixando de fora os aspectos puramente morais ou religiosos, cientificamente isso é perfeitamente possível e já superamos esse estágio, pois atualmente se implanta de tudo, de coração até rostos. O Frankenstein da ficção teoricamente não é mais impossível à ciência. Pense-se então a “reencarnação” como um processo físico de transferência cerebral, em vez de apenas no seu aspecto meramente místico, e o entendimento se completa.
43. Mas isso, por si só, não nos transformaria em deuses – ou aos extraterrestres - descartando a ideia de Deus conforme a humanidade o percebe?
Resp. – É o que as pessoas tendem a concluir, mas uma coisa não tem nada a ver com a outra, se lembrarmos que o papa Clemente IV atribuiu a Grosseteste e Bacon a “heresia” de desejarem substituir Deus por eles haverem resgatado a visão das pessoas pelo uso de óculos, que acabavam de inventar. Hoje a medicina resgata mais de 90% do que somos, e nem por isso se retirou do sentido humano a ideia de um ser supremo que se coloca acima de todas as coisas, inclusive pelo entendimento de que talvez parta dele próprio o aperfeiçoamento humano para uma autonomia cada vez maior, em vez de ficarmos esperando que todas as soluções partam dele. Seria a concepção clássica da “liderança autocrática” sendo substituída pelo líder democrático e incentivador de seus liderados, em vez do eterno detentor do conhecimento. Na realidade, todo o problema reside na permanente pretensão do homem de trazer o universo inteiro para o estágio de seu próprio entendimento, em vez de considerar que ele sempre estará muito além do que conseguirá compreender, sem que isso necessariamente o aproxime do impossível.
44. Existem outros fenômenos estranhos identificados nos contatos extraterrestres?
44. Existem outros fenômenos estranhos identificados nos contatos extraterrestres?
Resp. – A variedade é tanta que não daria para listá-los todos de uma única vez. Mas num vídeo recente filmado na cabine de comando de um voo entre Rio e Campinas por um conhecido artista de TV conseguiu-se o registro de um dos mais interessantes e raros desses fenômenos, que é o da transmutação da forma visível que essas naves parecem ter condições de realizar. Quando se fala em naves alienígenas costuma-se manter a concepção de um aparelho metálico de característica estável, como qualquer aeronave terrestre. Sua estrutura costuma permanecer inalterada, mudando apenas o formato mostrado pelo aparelho: de discóide, como um prato, à forma de delta ou até de charuto, para mencionar os mais comuns, não é assim? Apesar de se revelar como o mais convencional, isso parece não se aplicar a todas as naves avistadas. Há relatos sobre a incrível capacidade de mudarem de forma, como se fossem vivas, em pleno voo. No vídeo em questão o fenômeno fica bem visível aos 5:10 minutos, quando o foco da imagem é ampliado para até 500 vezes, e o que se pode perceber é o objeto se comportando de forma absolutamente contrária àquele padrão constante que se acostumou a observar. Ele adquire diferentes formatos todo o tempo, à exemplo de um virus ou de uma célula viva observada ao microscópio (avance o vídeo para 5min e 10seg para constatar, acessando o link a seguir: OVNI acompanha avião por 40 minutos entre Rio e Campinas ). Observado em dimensão reduzida, o fenômeno pode ser facilmente interpretado com o "lusco-fusco" normal de um objeto brilhante filmado à distância, mas quanto maior o foco, mais se percebe que não se trata de efeitos de luz, ficando nítida a silhueta do objeto em constante mutação de forma, e não de um espectro decorrente de reflexo.
45. E qual a explicação que se dá para esse tipo de fenômeno?
Resp. – Segundo os estudiosos do assunto, trata-se de uma característica própria de algumas espécies de seres dentre as muitas que nos visitam, ainda que bem mais raras de serem observadas do que a dos "grays", por exemplo. Elas se distinguem das outras por se encontrarem - de acordo com recentes pesquisas - no estágio mais avançado dentre as demais de que se tem conhecimento. Em uma destas publicações aqui no blog chegamos a mostrar diferentes espécies de que se tem registro, e dentre elas estaria a dos "Pleiadeanos", que dentro da classificação que se montou para descrevê-los, estaria no topo da escala. Resumindo, seria uma espécie cuja dimensão evolutiva os coloca num patamar que se assemelha a dos espíritos difundidos pelas religiões, constituindo-se muito mais em energia do que dependentes da matéria física. Sendo assim, não precisariam sequer de naves de material sólido com tecnologia avançada para suas viagens interplanetárias, podendo fazê-lo por meio do que entendemos por "teletransporte", ou seja: podem sair de um ponto do universo e se materializarem em outro, ou até dispensar a "materialização" conforme a entendemos, mostrando-se apenas como figuras brilhantes emitindo luz própria, exatamente nos moldes em que as filosofias espíritas descrevem o que chamam de "espíritos desencarnados".
46. Pode-se dizer então que a Doutrina Espírita imagina ver espíritos de pessoas mortas, quando na verdade o que veem são Pleiadeanos?
Resp. – Ainda que essa afirmativa faça algum sentido no campo das hipóteses, não é essa a abordagem trabalhada pelos especialistas em fenômenos ufológicos. Os ufólogos não se detêm sobre os aspectos espiritualistas da questão, limitando-se a realizar suas análises pela ótica puramente científica. Eles atribuem tal característica a recursos ou domínio de conhecimento muito acima do que detemos, a exemplo dos estudos aplicáveis a formas de vida não totalmente compreendidas ou a comportamentos anômalos de alguns tipos de bactérias, por exemplo, mas que não fogem ao rol das coisas que dependem apenas de aprofundar-se seu estudo. Mas se fizermos uso da mesma leitura que alguns fazem ao atribuir os supostos milagres da bíblia a fenômenos ufológicos, apenas, então a resposta é sim: seria possível que as duas teses - a científica e a espiritual - estejam tratando de uma mesma coisa, mas isso nunca poderá ser provado, evidentemente. Trata-se apenas de interpretações distintas para diferentes possibilidades, permanecendo no campo das especulações e a critério único e exclusivo de quem as queira entender dessa forma. Para o debate que fazemos aqui, o importante são as evidências de que diferentes espécies extraterrenas possuem habilidades que as colocariam nos mais elevados níveis da escala evolutiva, não sendo possível descartar nem mesmo as mais inusitadas.
“O impossível não vai além do que ainda não tive resposta".
Luiz Roberto Bodstein


Comentários
Postar um comentário