Starchildren, As crianças das estrelas #29

 





Dentre os milhares de casos sobre os quais já me debrucei, este me impressionou por algumas particularidades especiais:  sua personagem principal conta a própria história num vídeo autobiográfico muito bem feito que não omite nenhum detalhe de toda sua trajetória de vida, desde que se entendeu por gente até os 60 anos, completados recentemente em 2018. Trata-se de um caso típico de “Starschildren” – ou “Crianças das Estrelas”, de onde se extrai todos os acontecimentos de sua vida e que impactam principalmente por conta dos fatos narrados em minúcias, desde os mais tenros anos de sua infância até os dias atuais.
Fernando de Proensa em 2018, aos 60 anos
Como é comum em casos que chegam a público sobre “starschildren”, o espanhol residente na Alemanha atravessou décadas sem entender os porquês de todo o sofrimento que lhe era impingido por sua mãe e pelo padrasto sem que houvesse uma razão compreensível para isso, pelo menos em relação a possíveis causas que estaria dando para tal tratamento. Só quando adulto resolveu mergulhar mais fundo na própria história para entender-lhe as origens, e assim poder unir as muitas peças do quebra-cabeças que acabou desvendado com a ajuda de sua avó, que lhe falou sobre suas origens e do motivo pelo qual recebeu tamanha rejeição por parte de sua mãe desde os tempos da mais remota lembrança que tinha de seu convívio com ela.

Com narrativa simples, direta e verdadeira, além de digna em sua forma de contá-la, Fernando vai descrevendo e revivendo suas reminiscências de um intenso sofrimento que não conseguia entender até ter idade bastante para adentrar a realidade de seu passado e vê-la transformada numa “caixa de Pandora” de onde pulou sua real natureza e os motivos para o horror que despertara na própria mãe ao longo de uma vida inteira.  

O caso, por si só, é palpitante o bastante para ser degustado pouco a pouco,  cuidadosa e gentilmente, da mesma forma serena que o próprio Fernando utilizou na sua longa e rica narrativa. O que dá para concluir é que já se tem conhecimento de outras milhões de “starschildren” que, como ele, se encontram espalhadas por todo o planeta. A dúvida persiste apenas na motivação para estarem sendo “semeadas” entre nós, até porque elas próprias – como aconteceu com Fernando de Proensa – não têm idéia do que devam fazer a partir do momento em que descubram ser uma delas. Uma mudança de paradigma para a Terra? Uma nova estrutura moral sendo paulatinamente construída visando a correção das imperfeições herdadas? Uma escalada para um patamar superior de compreensão de nosso papel no planeta?  Não se sabe. Tudo isso por enquanto permanece no plano das especulações a espera de que se separe fantasia de realidade, vícios do passado de um provável futuro saudável para a humanidade. Para todos nós só resta esperar...  Tanto no sentido cronológico da palavra quanto no da esperança a que nos remete.







Mais do que o inspirado escritor que todos conhecem, Shakespeare revelou já em seu tempo uma sabedoria acima da de muitos cientistas de nossos dias, inclusive, como se pode perceber pela mais conhecida e verdadeira de suas muitas frases. Para quem nunca refletiu a respeito, seu próprio nome traduzido do inglês conduz a leituras no mínimo curiosas. WILLIAM é a junção de Will I am, que em português se entende por "Eu sou a Vontade", ou: "A força está em mim", ou ainda: "Eu sou minha vontade", em tradução livre. SHAKESPEARE é a fusão de Shake+Speare, onde Shake é a palavra inglesa para o verbo "brandir" ou "sacudir" (daí o termo "to shake hands" para expressar o aperto de mãos, quando as pessoas as sacodem ao se cumprimentarem). Shake também é "bater", "vibrar", como em "Milk Shake" (leite batido). Já o final Speare é composto por SPEAR (espada ou lança), que recebendo a vogal "E" no fim assume o significado de FALA.

Dessa forma, William Shakespeare pode tanto ser entendido como "Eu sou a Vontade pelo brandir da espada" ou "
Eu tenho a força pelo vibrar da fala ou da espada". Descobri isso aleatoriamente ao perceber os encontros silábicos de seu nome, emprestando um sentido especial e muito interessante a essa conhecida figura tão admirada por todos nós, e cuja imagem remete inteiramente aos significados de seu nome. Teria sido mera coincidência?  Sem querer escorregar para o misticismo, sabe-se que muitas “starschildren” sequer conhecem sua origem nem o que se espera delas entre nós, a exemplo de Fernando de Proensa. Não está descartada então que alguns seres iluminados como Shakespeare, Galileu, Giordano Bruno ou Nikola Tesla já estejam há séculos sendo colocados entre nós com o intuito de conduzirem a humanidade para outro patamar de evolução, e nem eles nem nós ainda tenhamos entendido isso.  

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Taxonomia das hipóteses sobre a origem dos UAPs

Ufologia e Religião – Essas duas coisas se misturam?

A existência de Inteligência Extraterrestre poderá vir a público?