O conflito entre conquistados e conquistadores é a regra?
Uma introdução aos enigmas que mudam toda a realidade
Qualquer estrangeiro que tiver a oportunidade de percorrer o interior americano passando por cidades que ainda permanecem como pouco mais que vilarejos no meio do nada, com população de algumas centenas de pessoas, no máximo, não poderá deixar de perceber um forte nacionalismo permeando o sentimento delas. Ainda que a colonização de suas terras tenha começado no século XVI com a chegada dos europeus, um período marcante de sua história teve lugar com a expansão da fronteira dos EUA para a costa do Pacífico na metade do século XIX, graças à compra pelo presidente Thomas Jefferson da Louisiana em 1803, e que atraiu milhares de colonos para além das fronteiras ocupadas até então, dando origem ao período mais épico e relevante de toda a história americana.
Uma coisa que não passa despercebido ao estrangeiro é a presença invariável de um mastro em cujo extremo tremula a bandeira listrada em azul e vermelho, integrando a paisagem de recantos isolados onde atrás não se vê muita coisa além de um pasto e a casa instalada no centro do terreno. Todos que vimos de lugares distantes em algum momento ouvimos falar do nacionalismo americano, mas ao constatá-lo ainda tão vivo em locais tão remotos e por vezes inóspitos, não há como não se sentir surpreendido devido à impressão deixada pela grandiosidade de suas megalópoles.
Dos grandes êxodos à discreta e silenciosa migração de pessoas para terras distantes de seus locais de origem em busca de oportunidade e progresso, a chegada de estranhos sempre impactou a vida dos que ali já se encontravam, evidentemente, e com a história americana não foi diferente. Acontecimentos muitas vezes brutais se desenrolam em nome de uma vida melhor para esses colonos, da qual se acreditam merecedores e lutam por conquistar. Nada diferente do que aconteceu ao longo do extermínio de civilizações inteiras pelo advento das conquistas entre os povos ao redor do planeta, como quando da chegada dos europeus às Américas, à Africa, e à Oceania, em que uma cultura estrangeira mais adiantada invade e conquista a que se encontrava na terra que lhes interessava ocupar. E com frequência isso acontece bem mais próximo desta realidade descrita do que a de uma miscigenação natural entre raças diferentes que se encontram e, a partir daí, se enfrentam pela sobrevivência, dando origem aos mitos em torno da epopeia para construção de seu futuro.
Se existe um outro modo de se construir a história dos povos, até o momento a humanidade não o descobriu, pois que não se conhece modelos diferentes destes que nortearam seu deslocamento pela superfície do planeta ao longo de toda a sua extensa trajetória. Talvez o motivo de nossa espécie se mostrar tão refratária e temerosa diante da possibilidade de um próximo e previsível encontro com civilizações exóticas alheias a tudo o que conhecemos. Bem provável também que nesta característica encontremos a resposta e, ao mesmo tempo, a solução para nossos medos. Segundo a tese do Dr. Steven Greer, as civilizações extraterrestres não se revelam hostis à nossa existência no planeta. E se eles até o momento ainda não se aproximaram de nós, não se poderia descartar o entendimento de que isso se deva ao fato de, justamente por não se revelarem hostís, mostram-se zelosos e conscientes em relação à nossa própria hostilidade. E em se descobrindo verdadeira essa tese, vêm mantendo a devida distância enquanto aguardam pacientemente que atinjamos um patamar mais elevado de avanço para entender que a aproximação entre duas raças não precisa acontecer apenas da forma como construímos o entendimento ao longo de nossa história. Partindo-se da premissa de que, caso o desejassem, sua tecnologia permitiria que desde tempos remotos já houvessem conquistado a nossa espécie, a lógica aponta para a constatação de não o terem feito somente pelo fato de que não o pretenderem, e nosso entendimento atual de que toda aproximação de uma espécie por outra necessariamente se faça por meio de conquista e dominação possa estar equivocada.
Historicamente se percebe que as diferenças entre espécies e raças distintas sempre deram causa a todo tido de preconceito. O diferente sempre pressupôs a existência de ameaça, ainda que a saibamos decorrente de um sentimento cuja origem remonta à épocas ancestrais em que o planeta era dividido entre presas e predadores. Constatá-lo, de todo modo, acena com a possibilidade de que grandes avanços resultem na substituição dessa lógica de sobreposição de uma espécie em relação à outra pelo processo natural, gradativo e contínuo da miscigenação entre elas, sem que nenhuma precise se ver em risco de extinção pela chegada da outra em estágio superior de avanço, seja de natureza civilizatória ou meramente tecnológica. O mais comum é que uma decorra da outra, e seu desenvolvimento emocional se revele como elemento condutor da harmonização e da aceitação mútuas. Não há mistério no fato de que a sensação de perigo desaparece pelo conhecimento, e mesmo as espécies mais estranhas e assustadoras ao status quo acabam dando causa a uma relação de convívio amoroso e gratificante entre lados que anteriormente se acreditavam inimigos, e isso não distingue percepções conscientes das meramente instintivas, apresentando-se como uma regra imutável e universal que extrapola as espécies envolvidas.
Neste exato momento – quer o admitamos ou não – vivenciamos um novo momento de transição entre um mundo antigo conhecido e o novo que se vai delineando no horizonte de forma sutil, mas insofismável. E é natural que o homem reaja novamente conforme seus registros de memória, e se comporte como diante de uma nova guerra da qual não poderá escapar se quiser garantir sua continuidade. No entanto é mister que se desafie a enxerga-lo não apenas como uma repetição da trajetória percorrida, mas como um caminho novo para um destino que o surpreenderá com sua grandiosidade, caso se proponha a superar seus medos e explorá-lo ao máximo, de forma a dele extrair um duradouro, inovador e profíquo aprendizado. São seus medos, e não o que lhe chega de fora, o que se apresenta como seu maior inimigo, pois que o impede de trocar a segurança do seu mundo conhecido e limitado por todo um infinito de possibilidades, desde que não se esconda na minúscula casca de sua concha planetária para fugir à grandiosidade do infinito em torno dele.
É só uma questão de escolha, e como é próprio
de toda crise, ela vem mesclada de um potencial de risco, evidentemente, mas
também de uma oportunidade que raramente se colocará de novo ao seu alcance. Dá-nos
uma chance única de nos lançarmos em seu encontro ou de deixa-la escapar para
sempre, e a distinção entre os dois posicionamentos é a existente entre os que
se amedrontam – e permanecem circunscritos à sua morna e tranquilizadora concha
– e os que ousam, e descobrem um universo que jamais será
alcançado por aqueles que não conhecem vitórias nem derrotas.
Se na cabeça de alguém ainda persiste a crença de que visitas extraterrestres ao nosso mundo ainda é assunto de gente sem nenhuma credibilidade, pouco instruída ou mentalmente debilitada, as notícias que chegam em velocidade mais ágil do que conseguimos acompanhar em breve a obrigarão a rever seus conceitos. Uma rápida passada de olhos da extensa galeria iniciada por este nosso post vai revelar que personalidades ilustres de relevância global já há algum tempo vêm defendendo abertamente sua convicção da existência de vida inteligente em outros mundos, concedendo entrevistas e até relatando suas próprias experiências no assunto, o que não abre espaço para dúvida de que o mundo não é mais o mesmo.
Como seu volume se mostra grande o bastante
para ser comportado por estas páginas, não há como reproduzir o conteúdo de
seus incontáveis e extensos depoimentos de modo a transcrevê-los aqui, razão
porque nos ateremos apenas aos mais significativos, e mesmo assim parcialmente
por razões óbvias. Se levada em conta a ordem de importância em relação ao
potencial de impacto que possam produzir no globo com seus posicionamentos,
precisamos começar pelo país que exerce influência sobre o maior contingente
multicultural do planeta, o que já descarta a China, evidentemente, com sua
população de 1 bilhão e 400 milhões de indivíduos. Ele se equipara ao segundo
mais populoso, a Índia, pois que comanda mais de 1 bilhão e trezentos milhões
de almas. Apesar desse número astronômico, estamos nos referindo ao menor país
do mundo em território: o Vaticano. As
decisões do ocupante do Trono de Pedro, como não se desconhece, interfere na
vida dessa multidão de católicos espalhada por todo o planeta. A Santa Sé vem
surpreendendo o mundo todo ao sair na vanguarda de todos os demais governos
rumo ao reconhecimento de vida extraterrestre inteligente, daí porque damos
início por lá ao nosso elenco de grandes personalidades mundiais que já se
pronunciaram sem rodeios sobre a presença constante desses visitantes no
pequeno planeta da Via Láctea conhecido pelo nome de Terra.
Monsenhor Corrado Balducci, assessor e pessoa da intimidade do papa João Paulo II, admitiu na República de San Marino que “é real a possibilidade de que outras criaturas inteligentes vivam no espaço”, causando agitação na ala mais conservadora da Igreja. Segundo o monsenhor, a existência de discos voadores seria um sinal inequívoco da graça de Deus. E acrescentou: “A Bíblia não se refere diretamente aos extraterrestres, mas também não os exclui. A realidade dos UFOs é muito provável no infinito mistério da criação”.
Novembro de 2009 – O papa Bento XVI lança oficialmente a
I Conferência sobre Astrobiologia da igreja católica, para a qual convidou
autoridades mundiais da comunidade cientifica para tratar da existência de vida
extraterrestre, fato inédito na história da igreja que obteve grande
repercussão ao redor do mundo e levantou especulações de que o laboratório de
astronomia do Vaticano – um dos maiores do mundo - teria provas contundentes da
existência de alienígenas e alertara o Papa da necessidade de começar a
preparar o mundo católico para uma futura comprovação pública do fenômeno
visando afinar as verdades que viriam a público com os cânones doutrinários da
igreja.
O Centro para o
Estudo da Inteligência Extraterrestre (conhecido por CSETI ) é
uma organização com foco na coleta de informações sobre UFOs com um interesse específico em formas inteligentes de vida fora da Terra.. Fundada como
uma organização sem fins lucrativos pelo Dr. Steven Greer, C.E.O da organização desde sua criação em 1990, descreve em seus estatutos o
objetivo de "estabelecer relações pacíficas e sustentáveis com
formas de vida extraterrestre". As declarações oficiais sobre suas
intenções também incluiu uma nova categoria de encontros entre humanos e extraterrestres que ele denominou de "contato do quinto tipo", designado pela sigla CE-5, definida por
Greer como o contato e/ou comunicação por iniciativa da própria humanidade e não o contrário, como normalmente se convencionou entre os defensores do tema. Desde a sua criação, a organização já aplicou entre US$ 3,5
milhões e US$ 5 milhões para perseguir seus objetivos.
A entidade afirma ter mais de 3.000 relatos
confirmados de avistamentos de OVNIs por pilotos, e mais de 4.000 provas do que define como 'indícios de pouso'. Estes referem-se a incidências onde os
OVNIs teriam deixado vestígios comprováveis de sua presença, tais como leituras
eletromagnéticas e sinais físicos de suas aterrissagens na Terra. A organização utiliza equipes de
investigação de rápida mobilização para chegar aos locais de pouso buscando eliminar ou confirmar quaisquer evidências que possam a respeito do episódio.
Em abril de 1997 a organização fez uma
apresentação a membros
do Congresso dos EUA sobre as provas
recolhidas desde a sua fundação e apresentou suas teorias em torno das visitas de naves extraterrestres com suporte técnico do
astronauta Edgar
Mitchell . Após o briefing
inicial, a CSETI solicitou uma audiência da qual participasse a totalidade dos Congressistas para uma apresentação detalhada das evidências que afirmam ter reunido, uma vez que lhes permitiria intimar
testemunhas e proteger a confidencialidade delas, sem o que de outra forma não teriam meios para serem levadas a público. Porém não obteve pelo Congresso
autorização para realiza-la. Greer também afirma que conseguiu que James Woolsey , ex-diretor da CIA, se encontrasse com ele para
falarem sob abertura de arquivos e desacobertamento de informações, embora
Woolsey tenha se referido ao encontro como um jantar a convite do pesquisador em que ele ouviu educadamente o que o Dr. Greer tinha para lhe dizer.
Em 2001 o CSETI organizou uma coletiva de imprensa em Washington, DC que teve grande repercussão na mídia em vários países do mundo para divulgação de suas provas e de depoimentos colhidos sobre investigações da maior Autoridade Federal de Aviação dos Estados Unidos, John Callahan. Callahan também afirma ter se reunido com a CIA durante a administração de Ronald Reagan, embora neste caso específico a CIA tenha negado enfaticamente que a reunião tivesse se realizado, ainda que nada fez no sentido de comprovar o que afirmava ou tomar qualquer ação legal contra a declaração de Callahan.
Steven M. Greer, ex-Diretor médico do Caldwell Memorial Hospital e
C.E.O. do Center for the Study of Extraterrestrial Intelligence (CSETI) e fundador
do Disclosure Project: “Nós estamos sendo visitados por
inúmeras civilizações extraterrestress que podem estar trabalhando juntas, muitas
delas milhões de anos mais avançadas do que nós. Nenhuma dessas raças
extraterrestres é má, mas é normal estarem preocupadas com nossa hostilidade”.
Greer apresentou um “briefing” do projeto de desacobertamento por ele fundado
ao diretor da CIA James Woolsey.
Contato extraterrestre: o que ainda não se disse a respeito?
Se antes fosse muito simples oferecer uma resposta a esta pergunta, atualmente o tema é tão amplamente discutido que poucos são os que não obtenham informações diárias e recorrentes sobre o tema. O que não falta é opinião quando o assunto tratado é o contato com inteligências provenientes de outros mundos. Mas nossa abordagem aqui não é conhecer o que se pensa a respeito desse assunto ainda controverso para uma parte da população, mas discutir a evolução que a abordagem vem sofrendo desde eras ancestrais em livros sagrados como a Bíblia até a contemporaneidade dos últimos cem anos, identificados como “a era moderna da ufologia”.
Quem se debruça sobre o histórico que retroage ao aparecimento do homem certamente tomará ciência das muitas transformações por que passou o entendimento do fenômeno ao logo dos tempos desde as primeiras culturas conhecidas, como a dos sumérios da ancestral Mesopotâmia, tida como a primeira civilização surgida no planeta. Hoje se levanta a questão de que desde o período pré-diluviano se encontrou fortes evidências da interação de humanos com inteligências extraterrestres. Nos livros sagrados das maiores religiões do planeta não faltam relatos de sua presença desde os primeiros momentos da nossa história. O que mudou bastante foi a interpretação dada ao fenômeno ao longo desse tempo. A bíblia hebraico-cristã está repleta de passagens que historiadores das mais diversas correntes defendem tratar-se de contatos entre seres de outros sistemas estelares e nossos antepassados de épocas mais remotas. Algumas são clássicas, inclusive, como o arrebatamento de Elias aos céus no livro de Reis, ou quando Moisés se colocou "face a face com Deus" no livro do Êxodo. No livro de Ezequiel o profeta relata o avistamento de uma carroça com rodas de fogo vinda do céu. O veículo teria quatro animais alados que se movimentavam juntos, tendo acima deles uma estrutura maior de metal brilhante. Outras ainda integram textos apócrifos excluídos da bíblia ao longo dos concílios da igreja como o Livro de Enoque, personagem da qual a bíblia hoje traz apenas algumas poucas referências.
Nas escrituras hinduístas o tema não só é recorrente como dispensa as metáforas da bíblia cristã, referindo-se explicitamente a “veículos voadores”, conforme encontrado no Baghavad Gita, nos Vedas, ou em outras textos do Mahabharata, todos repletos de passagens descrevendo contatos entre homens e divindades. Tais veículos ou “Vimanas” são descritos como naves que voam não somente na atmosfera terrestre, mas também pelo espaço sideral e sob a água, nos moldes dos que passamos a chamar de OVNIs ou OSNIs. São designados como "agnihotra-vimana", (traduzido por "nave com dois motores de fogo", em sânscrito), ou “gaja-vimana” (elefante voador com motores de fogo), que levam ufólogos modernos a lhes atribuir evidências de civilizações antigas tecnologicamente avançadas. No Ramayana há referências ao Râvana ou Pushpaka, o palácio voador do deus Rama.
O que se depreende dos registros da linha do tempo humana é que, retirados ou não do cânone oficial das religiões em diferentes momentos históricos os fatos não mudam, independente de aceitos ou não por elas após a decisão de excluí-las, e que permaneçam tão presentes nas pesquisas quanto antes. A diferença fica apenas na interpretação que se queira dar a eles de modo a atender interesses específicos dos atuais dirigentes.
Na linha do tempo sistêmica, entretanto, o que não se consegue ignorar é a presença constante desses visitantes do espaço ao longo de toda a história humana, ficando claro que o que muda são nossas visões, e não o fato. Isso fica ainda mais perceptível quando o foco recai no modus-operandi desses seres, que se mantém inalterável desde os primórdios de nossa história, enquanto nós o descrevemos à luz dos conhecimentos disponíveis em cada momento da nossa evolução. Isso é evidenciado quando, num curtíssimo prazo delimitado para efeito de análise, se pode levantar a inconstância de nosso entendimento em relação ao fenômeno que, por sua vez, se mantém constante e inalterável.
Tomada por exemplo apenas a chamada “era moderna da ufologia” – o período de 70 anos entre 1950 e 2020 – já se verifica uma drástica mudança no modo como a humanidade passou a encarar a ideia de contatos com eventuais civilizações intergalácticas. Se até fins dos anos 1970 o tema era alvo de descrença e zombaria, nos anos de 1980 o sentido de uma idiotice que não se leva a sério foi sendo transformada numa discussão entre dois grupos nos moldes da travada entre ateus e deístas, onde cada lado apresentava seus argumentos a favor ou contra, mas já analisada por um viés técnico e não como objeto de chacota. Da virada do milênio para cá – agora cercada de tecnologia para acesso instantâneo à informação – alcançamos um novo patamar que não se restringia à mera discussão entre a existência ou não de civilizações inteligentes no cosmos, mas sobre a viabilidade de já terem chegado ou não até nós. Esse claro “up grade” na maneira de se questionar a possibilidade introduziu um elemento novo na discussão: ela começou a ser tratada de forma aberta por segmentos que até então nunca se pensaria abrir espaço a um tema até então controverso e duvidoso, para se dizer o mínimo, como altas autoridades de governo, artistas, intelectuais, influenciadores digitais, pilotos comerciais, astronautas, cientistas e até líderes das maiores denominações religiosas do planeta. Até bem pouco tempo seria inimaginável ouvir menções a UFOs partindo de ex-agentes do serviço secreto, ministros de estado, presidentes e até do próprio Papa.
12 de Abril de 1961 — Yuri Gagarin, soviético e primeiro homem a viajar ao espaço, durante o período em que permaneceu em órbita da Terra avistou inúmeros objetos luminosos ao redor de sua cápsula e ao retornar fez constar seu relato nos registros da agência espacial russa.
07 de Agosto de 1961 — O major soviético Gherman Titov filmou vários objetos não identificados enquanto estava em órbita. “Eles pareciam que estavam dançando em volta da cápsula”.
20 de Fevereiro 1962 — John Glenn, astronauta norte-americano, quando à bordo da cápsula espacial Mercury comunicou à base que estava vendo uma grande bola de fogo que o seguia enquanto orbitava o planeta.
11 de Maio de 1962 — O piloto da NASA Joseph A. Walker afirma que uma das suas tarefas era detectar UFOs. Ele chegou a filmar entre cinco e seis objetos no mês de abril do mesmo ano. Os filmes nunca se tornaram públicos.
24 de Maio 1962 — O astronauta Scott Carpenter, a bordo da Mercury 7, informou ao comando terrestre o avistamento de objetos desconhecidos com diversas formas e dimensões, fotografadas por ele e entregues à NASA.
17 de Julho de 1962 — O major Robert White, piloto de testes, reportou uma formação de UFOs. “Não tive idéia do que poderia ser aquilo. Eram acinzentados e estavam a 10 ou 20 m de distância” – disse ele ao retornar da missão.
15 de Maio 1963 — Gordon Cooper, um dos astronautas das missões Mercury, declarou à estação de rastreamento que estava vendo um objeto esverdeado e brilhante, que se aproximava da cápsula. O UFO foi detectado pelo radar.
16 de Junho de 1963 — Valentina Tereshkova, primeira mulher a realizar uma viagem espacial, a soviética informou ao controle de terra que havia um objeto fazendo acrobacias ao lado de sua nave, a Vostok 6.
Abril de 1964 — O equipamento da espaçonave Gemini 1, em órbita da Terra, localizou por meio de radar a presença de quatro objetos próximos à nave.
8 de Março de 1965 — A tripulação da Voskhod 2 informou que foram seguidos por diversos objetos discóides, que voavam em alta velocidade.
Junho de 1965 — A tripulação da Gemini 4, formada por Edward White e James A. McDivitt avistou um objeto não identificado em forma de charuto, com protuberâncias laterais semelhantes a braços. O UFO foi documentado com filmagens e fotos e liberada recentemente com base na lei de liberdade de informação.
04 de dezembro 1965 — A bordo da Gemini 7, Frank Borman e James Lovell comunicaram à base de Houston o avistamento de um UFO. O objeto se parecia com destroços, mas a tripulação garantiu ter sido “um avistamento real”.
Julho de 1966 — O astronauta Mick Collins, na Gemini 10, declarou ter visto e fotografado discos voadores aproximando-se de sua cápsula.
12 de Setembro 1966 — Na Gemini 11, os astronautas Richard Gordon e Charles Conrad foram acompanhados por um UFO a cerca de 10 km de distância de sua nave.
Outubro de 1968 — O Piloto Walter Schirra, a bordo da Mercury 8, foi o primeiro astronauta a usar o termo “Papai Noel” para indicar a presença de UFOs próximos às espaçonaves. Quando o também piloto James Lovell usou a frase “Por favor, estejam informados de que Papai Noel existe”, era o Natal de 1968 e poucas pessoas perceberam o sentido oculto da declaração.
Dezembro 1968 — Durante a missão Apollo 8, enquanto um objeto de forma discóide aproximava-se da nave, os instrumentos de bordo pararam de funcionar. Quando o UFO se distanciou, tudo retornou ao normal.
Julho de 1969 — Durante o primeiro desembarque sobre a Lua, os astronautas da Apollo 11 indagaram à base de Houston algo que foi ouvido por milhões de pessoas em todo o mundo: “Estaremos seguros se não nos comunicarmos com eles?” A NASA nunca explicou quem eram “eles”.
20 de Julho de 1969 — Quando chegou na Lua, a tripulação da Apollo 11, informou a presença de “criaturas” na superfície do satélite. “Temos visitantes. Eles estão aqui”.
Novembro de 1969 — Em meio à missão Apollo 12, o piloto Charles Conrad afirmou: “Avistamos um objeto que estava estático com relação a nós e parece rolar sobre si mesmo. Nós já o vimos ontem e parece que busca contato conosco”.
11 de Abril de 1970 — A espaçonave Apollo 13 foi obrigada a abortar a missão depois que os tripulantes avisaram que estavam sendo seguidos por um objeto voador não identificado. Momentos depois, uma explosão ocorreu e obrigou a espaçonave a retornar a Terra.
Dezembro de 1972 — Eugene Cernan foi o 11º. homem a pisar na lua e comandante da missão Apollo 17, a última espaçonave a ser enviada ao satélite da Terra. Em um artigo do jornal Los Angeles Times, em 1973, ele responde sobre seus avistamentos. “Tenho sido perguntado sobre UFOs e tenho dito publicamente que eu acho que são de alguma outra civilização”.
01 de Julho 1973 — Gordon Cooper declarou: “Creio que os UFOs são guiados por seres inteligentes e visitam o nosso planeta há milhões de anos”.
28 de Novembro 1973 — O astronauta John Young afirmou que “tudo leva a crer que os UFOs existam realmente”.
20 de Setembro de 1977 — A
nave russa Kosmos decolou do
Cosmódromo de Plesetsk, às 03:58 h, e foi seguida por um UFO de aspecto
gelatinoso, que se movia lentamente no céu.
1979 — Maurice Chatelain, chefe do sistema de comunicações da NASA, que confirmou ter o astronauta Neil Armstrong de fato ter visto dois UFOs em uma cratera na lua. “Todos os vôos das missões Apollo e Gemini foram seguidos, de perto e de longe, por espaçonaves de origem extraterrestre”. Segundo Chatelain, depois que os astronautas informaram os fatos ao controle da missão, receberam ordens de silêncio absoluto. Chatelain, após deixar a NASA escreveu vários livros sobre o que sabia e passou a dar conferências sobre os eventos sobre UFOs que disse ter tomado conhecimento durante sua permanência na agência espacial americana.
Abril de 1979 — O cosmonauta russo Victor Afanasyev viu um UFO ir em direção de sua nave, logo após o lançamento. “O objeto tinha 40 m de comprimento, era largo de um lado e estreito de outro, com aberturas internas. Algumas partes tinham projeções como pequenas asas, mas ele permaneceu muito perto de nós. Nós o fotografamos e descobrimos que estava à aproximadamente 25 m de distância”.
14 de Junho de 1980 — No lançamento do satélite de alerta Kosmos 1188, na Rússia Central, uma revoada de UFOs foi avistada por diversas testemunhas em todo o país e no leste Europeu.
05 de maio de 1981 — A tripulação da Soyuz T-4 observa e inicia uma troca de informações com os passageiros de um UFO.
14 de março de 1984 — James Buchli, médico de bordo da missão Space Shuttle STS-29 avisa atônito ao controle em terra: “Houston, aqui é a Discovery. Temos uma astronave alienígena sob observação”.
Novembro de 1984 — A câmera de bordo da missão Space Shuttle registrou a imagem de uma esfera de metal realizando uma manobra inteligente.
1985 — O astronauta Donald “Deke” Slayton declarou que contaria tudo o que acontecia nos programas espaciais norte-americanos, incluindo suas experiências com os discos voadores. Escreveu um livro junto com o também astronauta Alan Shepard, que depois virou um documentário para o cinema que ele não chegou a ver, tendo falecido pouco antes.
15 de Setembro de 1991 — Durante a missão Space Shuttle STS-48 é feito um vídeo de alta resolução com UFOs voando em semicírculos.
16 de Setembro de 1991 — Ainda na mesma missão, os astronautas observavam o Oceano Índico quando um objeto cortou o céu em grande velocidade.
Novembro de 1992 — O ex-colaborador da NASA Bob Oeschler falou que muitos dos vídeos realizados durante as missões espaciais eram previamente censurados e modificados antes da apresentação pública.
17 de Outubro de 1993 — Na missão Space Shuttle STS-58, diversos UFOs são avistados sobre a Flórida. Duas esferas cruzam o trajeto do ônibus espacial.
21 de Outubro de 1995 — Na missão da Space Shuttle STS-73, a astronauta Catherine Coleman informou à base terrestre em Houston que tinham à sua frente “um grande objeto voador não identificado”.
7 de dezembro de 1996 – Franklin Story Musgrave, médico, militar e astronauta da missão STS-80 declarou: “Eu não sei o que era, se era algo parecido com uma máquina de lavar, detritos, partículas de gelo, eu não sei, mas ele tinha característica diferente das milhares de coisas que eu já vi, coisas que não são comuns e que parecem vir do nada. Você pensa estar de frente para o lado escuro de algo, ou diante de um lado que não reflete o sol pra você quando descobre que realmente existe alguma coisa inteligente lá. Era realmente impressionante”.
1996 – Numa transmissão nacional da rede norte-americana de televisão NBC, o astronauta Edgar Mitchell afirmou que não teve um avistamento apenas, e que conhecia pessoas de três diferentes países que, como ele, mantiveram contatos com seres extraterrestres no espaço. Mitchell aliou-se ao Dr. Steven Greer, da CSETI, na tentativa de obter do Congresso dos EUA autorização para divulgar as provas que haviam reunido sobre inteligências extraterrestres, o que foi negado pelo Congresso americano, e eles prosseguiram realizando uma massiva campanha de desacobertamento através do Disclosure Project, que ainda tem Greer à frente mesmo após o falecimento de Mitchell em 2016.
Maio de 1997 — O astronauta Michael Foe foi enviado a bordo da estação espacial Mir, para completar suas investigações científicas junto aos cosmonautas russos. Um vídeo feito a bordo mostra luzes brancas pulsando ao redor da nave.
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