Inteligência extraterrestre - Eles estão aqui? #30
No momento em que lê este texto você é inserido na história mundial da astronomia como testemunha provavelmente de um de seus maiores feitos. Até este 10.04.2019 os buracos negros estavam entre os fenômenos mais misteriosos do universo, até ser revelado o resultado de um longo e exaustivo trabalho de pesquisa científica culminada pela obtenção da primeira prova incontestável de sua existência: a foto de um deles, localizado a 53,5 milhões de anos-luz da terra, e dotado de uma massa 6,5 bilhões de vezes a do nosso sol.
Como nossa proposta não é a de enveredar pelo aspecto científico da descoberta, não entraremos na explicação desses números, absurdos demais para nossa realidade terrestre. Importante apenas saber que estudados por Albert Einstein já nos primeiros anos do século XX, o primeiro deles só foi descoberto em 1971, e depois disso os cientistas vêm tentando descobrir mais sobre esses astros gigantescos que sugam tudo o que se aproxima dele e que jamais volta, do qual não escapa nem mesmo a luz. Dos 100 milhões de buracos negros que se acredita localizados apenas na Via Láctea, apenas 60 deles já foram localizados, e esta é a primeira vez em que um deles é capturado por um supertelescópio e tem revelada sua imagem. Fato histórico, portanto, para toda a ciência humana desde que ela teve início há milhares de anos.
Como nossa proposta não é a de enveredar pelo aspecto científico da descoberta, não entraremos na explicação desses números, absurdos demais para nossa realidade terrestre. Importante apenas saber que estudados por Albert Einstein já nos primeiros anos do século XX, o primeiro deles só foi descoberto em 1971, e depois disso os cientistas vêm tentando descobrir mais sobre esses astros gigantescos que sugam tudo o que se aproxima dele e que jamais volta, do qual não escapa nem mesmo a luz. Dos 100 milhões de buracos negros que se acredita localizados apenas na Via Láctea, apenas 60 deles já foram localizados, e esta é a primeira vez em que um deles é capturado por um supertelescópio e tem revelada sua imagem. Fato histórico, portanto, para toda a ciência humana desde que ela teve início há milhares de anos.
Mas qual seria a relação dos buracos negros com o futuro das viagens espaciais ou, mais precisamente, com nosso presente neste exato momento? Simplesmente a comprovação de sua existência, de forma objetiva e incontestável, nos aproxima ainda mais da realidade dos que defendem que vimos sendo visitados há séculos por seres de outros planetas. Os buracos negros simplesmente revelam ao mundo que o principal obstáculo para que eles pudessem estar aqui - a distância que separa nossos respectivos mundos - acaba de cair por terra.
Isso significa que a possibilidade de chegarmos a qualquer ponto do universo, independente da distância desse ponto no espaço e do tempo de viagem pelos padrões conhecidos, agora não representam obstáculo algum, pelo menos em nível de compreensão, bastando apenas dominarmos o meio do deslocamento físico em si.
Simplificando ao máximo a explicação do fenômeno, os cientistas revelam que além dos chamados "buracos negros", existem ainda os "buracos brancos", que são exatamente seus opostos. Assim, enquanto o buraco negro suga tudo o que estiver ao redor para dentro de si, o buraco branco faz o inverso, cuspindo para fora tudo o que traz em seu interior para o espaço que o rodeia. Ambos seriam os dois lados do que se conhece como "Buraco de Minhoca" que, numa explicação bem simples, seria um gigantesco tubo galáctico que por um lado tragaria qualquer substância que se aproximasse dele, e pelo outro faria o processo inverso de expeli-la para outro ponto bem distante do universo num "tempo" inexistente, ou seja, que não pode ser contado pelos padrões da equação espaço-tempo que conhecemos. Para emprestar algum sentido a isso pelos nossos parâmetros terrestres, podemos afirmar que essa viagem não se contaria em duração nem em distância, podendo acontecer por qualquer unidade temporal de medida usada por nós: algumas horas, minutos, ou até segundos, não se sabe, para que entrássemos por um lado e saíssemos pelo outro.
O leitor já pode então ter uma pequena ideia do que isso significa: essa viagem estaria mais para um deslocamento dimensional do que físico, reproduzindo o processo que costuma ser relatado em alguns avistamentos em que as naves desaparecem diante dos olhos das pessoas para ressurgir depois em outro local, dando a entender que esses visitantes estelares já dominam a técnica e a tornaram parte de seu cotidiano. Isso nos remete a uma outra referência que costuma ser comparada ao aparecimento de "fantasmas" por pessoas que não entendem como isso possa ocorrer: não seriam esses "fantasmas" apenas viajantes estelares no domínio dessa tecnologia para surgir em algum momento diante das pessoas, e desaparecer da mesma forma que surgiram? Fica aí a questão como "alimento para o cérebro" de nossos leitores na busca por respostas.
Desviando o foco dos "Buracos de Minhoca" para o episódio de Gary McKinnon, que invadiu computadores da NASA entre diversos outros órgãos do governo americano, agora podemos alcançar melhor a afirmativa do hacker escocês de que teve acesso a milhares de documentos desses órgãos atestando contatos e até associações com esses seres pelo governo dos EUA, pois que a ciência acaba de evidenciar que essa interação, para quem domine a tecnologia das viagens interdimensionais, se faz perfeitamente possível. O conhecimento transforma o que antes não passaria de uma teoria ficcional no que minimamente poderia ser classificada como possibilidade. "Aperte o interruptor e faça-se a luz!". Tão simplesmente quanto a corrente alternada de Tesla que possibilitou este avanço em relação às lamparinas do século XIX, o entendimento dos buracos negros também nos facilita entender que em algum momento no futuro essas viagens pelo espaço sideral se tornarão tão rotineiras quanto, e a ideia soa simplesmente maravilhosa!
Terminamos este texto franqueando ao leitor as notícias que nos chegaram nos últimos dias, para que possa entender que, a exemplo do que nos disse Shakespeare, estamos muito mais próximos da verdade dos contatos com outras civilizações do universo do que possa sonhar nossa vã filosofia.
Isso significa que a possibilidade de chegarmos a qualquer ponto do universo, independente da distância desse ponto no espaço e do tempo de viagem pelos padrões conhecidos, agora não representam obstáculo algum, pelo menos em nível de compreensão, bastando apenas dominarmos o meio do deslocamento físico em si.
Simplificando ao máximo a explicação do fenômeno, os cientistas revelam que além dos chamados "buracos negros", existem ainda os "buracos brancos", que são exatamente seus opostos. Assim, enquanto o buraco negro suga tudo o que estiver ao redor para dentro de si, o buraco branco faz o inverso, cuspindo para fora tudo o que traz em seu interior para o espaço que o rodeia. Ambos seriam os dois lados do que se conhece como "Buraco de Minhoca" que, numa explicação bem simples, seria um gigantesco tubo galáctico que por um lado tragaria qualquer substância que se aproximasse dele, e pelo outro faria o processo inverso de expeli-la para outro ponto bem distante do universo num "tempo" inexistente, ou seja, que não pode ser contado pelos padrões da equação espaço-tempo que conhecemos. Para emprestar algum sentido a isso pelos nossos parâmetros terrestres, podemos afirmar que essa viagem não se contaria em duração nem em distância, podendo acontecer por qualquer unidade temporal de medida usada por nós: algumas horas, minutos, ou até segundos, não se sabe, para que entrássemos por um lado e saíssemos pelo outro.
O leitor já pode então ter uma pequena ideia do que isso significa: essa viagem estaria mais para um deslocamento dimensional do que físico, reproduzindo o processo que costuma ser relatado em alguns avistamentos em que as naves desaparecem diante dos olhos das pessoas para ressurgir depois em outro local, dando a entender que esses visitantes estelares já dominam a técnica e a tornaram parte de seu cotidiano. Isso nos remete a uma outra referência que costuma ser comparada ao aparecimento de "fantasmas" por pessoas que não entendem como isso possa ocorrer: não seriam esses "fantasmas" apenas viajantes estelares no domínio dessa tecnologia para surgir em algum momento diante das pessoas, e desaparecer da mesma forma que surgiram? Fica aí a questão como "alimento para o cérebro" de nossos leitores na busca por respostas.
Desviando o foco dos "Buracos de Minhoca" para o episódio de Gary McKinnon, que invadiu computadores da NASA entre diversos outros órgãos do governo americano, agora podemos alcançar melhor a afirmativa do hacker escocês de que teve acesso a milhares de documentos desses órgãos atestando contatos e até associações com esses seres pelo governo dos EUA, pois que a ciência acaba de evidenciar que essa interação, para quem domine a tecnologia das viagens interdimensionais, se faz perfeitamente possível. O conhecimento transforma o que antes não passaria de uma teoria ficcional no que minimamente poderia ser classificada como possibilidade. "Aperte o interruptor e faça-se a luz!". Tão simplesmente quanto a corrente alternada de Tesla que possibilitou este avanço em relação às lamparinas do século XIX, o entendimento dos buracos negros também nos facilita entender que em algum momento no futuro essas viagens pelo espaço sideral se tornarão tão rotineiras quanto, e a ideia soa simplesmente maravilhosa!
Terminamos este texto franqueando ao leitor as notícias que nos chegaram nos últimos dias, para que possa entender que, a exemplo do que nos disse Shakespeare, estamos muito mais próximos da verdade dos contatos com outras civilizações do universo do que possa sonhar nossa vã filosofia.
Gary McKinnon - o homem que invadiu arquivos secretos dos EUA



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