Especulação, curiosidade científica e teoria conspiratória #26

 



A diferença entre os três conceitos que dão título ao nosso tema existe desde que o homem adquiriu inteligência para perceber o ambiente à sua volta e se fazer a primeira pergunta tentando entende-lo. Mas a diferença ficou ainda mais nítida quando a tecnologia da informação se estendeu a todo o planeta e, a partir daí, obtivemos meios para compará-los.

Quando aplicados a um mesmo tema – como o da Inteligência Extraterrestre, por exemplo – fica bem mais fácil chegar-se ao entendimento de suas diferenças, como se poderá constatar:

Existe especulação quando se teoriza em cima de um raciocínio abstrato, sem elementos concretos para dar-lhe sustentação.  Se nos perguntamos as razões porque extraterrestres nos visitam há tanto tempo sem estabelecer um contato claro e conclusivo, por exemplo, estamos apenas especulando, posto que podemos encontrar infinitas razões como resposta.

Ao se buscar entender algo usando a curiosidade científica, o meio utilizado é a pesquisa. Este caminho nunca partirá de suposições ou respostas prontas, nem tem compromisso com a construção de um entendimento definitivo: o que se busca é avançar mais um passo além do que já se sabe. Como sua característica mais forte, a pesquisa coloca  seu  foco no avanço entre os diferentes estágios de conhecimento, ou seja: no percurso, e não no destino.

Já o mais simplório dos três – e que se apresenta como tendência universal entre indivíduos comuns – é o da teoria conspiratória. Conhecida como “teoria da conspiração” ou “conspiracionismo”, trata-se daquele tipo de explicação oferecida para algo suposto que se encontra no plano de mera hipótese especulativa, não indo  além de uma idéia solta e não fundamentada. É largamente utilizada em ambientes físicos ou virtuais frequentados por muita gente e tem poder para transformar pessoas sem qualquer conteúdo em celebridades, desde que se descubram com talento para atrair a atenção sobre si fazendo uso de muita imaginação e estórias pra contar.

Existe ainda uma variação especial desta última à qual se poderia chamar de “teoria conspiratória reversa” que, diferentemente de seu propósito mais comum, o que se busca com ela é justamente desacreditar os fatos que podem levar à conclusão sobre algo que não interessa seja de conhecimento público em vez de – como no modelo mais comum – apresentar suposições sobre sua existência. Os públicos que fazem uso das duas versões também são opostos: uma costuma partir do cidadão comum que quer sair do anonimato para a fama, e a outra se presta a instrumento largamente utilizado por representações oficiais que querem desviar o foco das verdades que já dominam e com as quais querem evitar o envolvimento dos primeiros. O ponto comum é que a expressão “teoria da conspiração” acabou assumindo significado depreciativo, usado para rejeitar ou ridicularizar crenças  populares ou indesejáveis com pouca ou nenhuma credibilidade.


Aproveitando o assunto para abrir espaço a uma de minhas últimas pesquisas, eu me detive nos últimos dias a tentar separar “fake” de fato em um assunto no mínimo intrigante em meio a essa saga em que foi transformado o assunto da Inteligência Extraterrestre. Já há algum tempo venho fazendo uma clara distinção entre a IE, que é como simplifico a expressão, e as conhecidas siglas utilizadas para avistamentos de supostas naves pela ótica da ufologia: os ditos OVNI’s ou UFO’s, onde estes últimos dizem respeito tão somente a avistamentos à distância de objetos voadores de origem desconhecida, e a IE trata das evidências de que eles seriam conduzidos por criaturas inteligentes de planetas distantes, partindo-se da premissa de que não somos a única espécie inteligente no universo, e que o nosso sistema solar não é o único a abrigar vida em estágio mais avançado que a bacteriana.

Pelo menos em minha concepção, acredito já havermos ultrapassado há muito o estágio de abordagem entre apenas acreditar ou não acreditar em vida alienígena, pois que isso já me chega como superado há décadas por mera questão de lógica. Vejo a questão atualmente em um outro nível de entendimento: o da forma que utilizariam chegar até aqui, de suas motivações para fazê-lo, e do porquê de tudo isso ainda não ser de domínio público de forma patente e incontestável, incluindo sua presença como parte tão integrada ao nosso cotidiano quanto a de países em diferentes pontos do planeta divididos apenas pelos oceanos que nos separam.

Ainda com todo o histórico de suas menções, que remonta a milênios, é fato hoje aceito mundialmente que os avistamentos desses objetos voadores encontraram no Caso Roswell apenas uma linha divisória do seu momento contemporâneo. Pode-se dizer que o ufologia é vista em dois grandes momentos: aquele conhecido como “o dos antigos astronautas” (que vem desde os relatos bíblicos até a era moderna) e o contemporâneo.  Dentre  os fatos relatados nestes nossos tempos é visível a ruptura entre o que se percebia até a primeira metade do século XX e a que que ocorreu após o suposto evento de Roswell, no estado americano do Novo México. Tido como um dos mais relevantes, o caso Roswell acabou se tornando um marco da ufologia, ainda que longe de ser o mais comprovado na história em função do tratamento oficial dado pelos envolvidos no episódio.

Como tal, ficou célebre exatamente pelo mesmo motivo, uma vez que tudo o que se deixa ao sabor de afirmativas e desmentidos que se alternam acabam se tornando alvo de muitos mitos, teorias conspiratórias, e se prestando a crendices de toda ordem – das mais verossímeis às mais  ridículas e estapafúrdias – e onde Roswell aparece como um dos exemplos mais clássicos.

Saindo da teorização para os fatos, um dos casos mais recentes dentre os cercados por essa onda de mistérios e teorias da conspiração  é o de Boyd Bushman, em que o ex-agente da CIA gravou vídeos e concedeu entrevistas polêmicas sobre seu período enquanto integrante do alto escalão da agência americana de inteligência.


OS FATOS

O que se tem de concreto é que as entrevistas de Bushman realmente aconteceram, e não faltam credenciais para afirma-lo nem evidências seguras que o comprovem em uma simples pesquisa na internet. Além do próprio protagonista e das personagens que o ouviram, ainda atuantes na mídia, vídeos produzidos por ele próprio e por seus entrevistadores, além de fotos e documentos cedidos por diferentes fontes não incluem as entrevistas no elenco das hipóteses questionáveis.

Em rápido resumo, entre suas muitas declarações sobre os fatos que teria testemunhado durante sua longa carreira – segundo ele, de 40 anos na agência de inteligência dos EUA, a partir do governo Einsenhower (1953/1961) – teria tido acesso não só a diversas naves extraterrestres como a vários alienígenas mantidos sob a guarda da Área 51, conhecida instalação militar do estado de Nevada para experiências altamente secretas, e principal laboratório de experimentos “top secret” do governo americano. Esses engenhos e seus supostos tripulantes teriam, em parte,  sido capturados em acidentes aéreos com suas naves (como no episódio Roswell), enquanto outros permaneciam naquela base militar devido a acordo firmado com o governo dos EUA por conta de interesses mútuos. Pelo lado americano, para transferência da tecnologia alienígena para efeito de avanços tecnológicos importantes, e pelo lado alienígena a contrapartida seria  a concordância com a extração de suprimentos que estariam buscando no planeta desde épocas remotas, bem como conhecimento sobre nosso modus-vivendi para atendimento a missões específicas  que motivariam suas viagens interplanetárias até nós.


Teorias conspiratórias à parte, o que se tem de concreto é que, independente dos fatos e evidências apresentadas por Bushman, suas entrevistas e depoimentos efetivamente aconteceram, trazem datas e testemunhos de personalidades acima de qualquer suspeita, além de um número significativo de registros para comprová-los. 

Outro fato que não se pode deixar de mencionar, perceptível a qualquer pessoa que esteja preocupada apenas em conhecer a verdade dos fatos antes de dar crédito a quaisquer tipo de hipóteses, é que o homem que se apresentou ao mundo como Boyd Bushman não é produto de ficção. Ele existiu em carne e osso e suas razões para as declarações que trouxe a público são convincentes o bastante para não abrir muito espaço a dúvidas. Mais do que convincentes, eu diria que são contundentes até para os mais céticos desde que não se fechem para o razoável, pois sentido é o que não lhes falta. E a confiabilidade não fica restrita à pessoa de Bushman, e nem apenas à sua realidade de vida que, por si só, tornaria incompreensível a idéia de olhá-lo como uma fraude: os fatos descritos por ele se fazem perfeitamente plausíveis por revelarem uma inequívoca compatibilidade com muitos dados e informações que sabemos reais.

A confiabilidade ainda é substancialmente ampliada quando se considera ter a entrevista sido concedida a uma pessoa notória como Richard Michael Dolan* e sua equipe, historiador e analista de teorias da conspiração de grande credibilidade, ficando  difícil aceitar que concordasse em participar de uma fraude de tais proporções, colocando em risco toda sua ilibada reputação de analista e pesquisador.


*Richard Michael Dolan, nascido 1 de julho de 1962, é um americano historiador e analista de teorias da conspiração que se especializa no fenômeno UFO , a segurança nacional dos Estados Unidos e da Guerra Fria. Dolan se formou na Alfred University com bacharelado em Inglês e História em 1984 e, posteriormente, ganhou um  Master of Artsem em História pela Universidade de Rochester em 1995, tendo ainda figurado como finalista na Scholarship Rhodes



A seguir o leitor interessado pode ter acesso a todo o resultado das pesquisas levadas a efeito nas últimas semanas sobre este caso, bem como seus envolvimentos externos relativos a personagens notórios – como o presidente americano Dwight Einsenhower – e inúmeros fatos de vários momentos históricos que se encaixam perfeitamente nos dados relatados por Bushman.




Segue-se ainda uma série de questionamentos sobre os fatos e contexto em que ocorreram, condições  de seus protagonistas, e supostas motivações para que acontecessem da forma como nos chegaram, de modo a que o leitor forme opinião própria a respeito e possa nortear-se quanto à sua veracidade ou não, em conformidade com o sentido que lhe passe cada detalhe dos elementos aqui reunidos. 


  De quem se trata, efetivamente, o alegado ex-agente da CIA, Boyd Bushman?

- Boyd B. Bushman é um homem que repetidamente afirmou ter sido engenheiro sênior da área de pesquisas da Lockheed Martin Skunk Works, da Texas Instruments e da Hughes Aircraft . A atual Lockheed Martin – fusão da antiga Lockheed Corporation com a Martin Marietta, é uma das principais empresas aeroespaciais americanas, especializada em segurança militar e tecnologia avançada, e atualmente a maior empresa de produtos e serviços militares do mundo e a maior fornecedora de equipamentos aeroespaciais e tecnológicos do Pentágono, seguida pela Boeing. A empresa está presente em 75 países ao redor do mundo.
O perfil divulgado de Bushman – apesar de toda a facilidade hoje de se obter informações sobre qualquer pessoa e tornar impossível forjar-se uma identidade – é similar ao de um fantasma ou de um mito, pois que se afirma não se ter informação alguma sobre ele, ainda que ele se apresente como pessoa do primeiro escalão não só da Lockheed como  de duas outras gigantes americanas: a Texas Instruments e a Hughes Aircraft. Uma é fabricante de alta tecnologia para o governo, com mais de 30.000 funcionários, e a outra desenvolve tecnologia de defesa e aeroespacial para os EUA, tendo em seu curriculum nada menos que o “Spruce Goose” – a sonda de entrada na atmosfera usada pela nave espacial Galileo,  e o míssel teleguiado AIM-4 Falcon, um dos mais potentes do mundo. Dessa forma, a negativa para a existência de um Boyd Bushman soa quase como dizer que os terraplanistas é que estão certos quanto ao formato da Terra. Admitida essa hipótese, todos os documentos que ele entregou aos que o entrevistaram, bem como estes que o entrevistaram, seriam todos parte de uma mesma fraude.

2.  Os documentos e fotos deixados por Bushman como prova de suas afirmações são reais?
- Aqui uma gigantesca teoria conspiratória novamente envolve o que deveria apresentar como evidência mais do que conclusiva: as pesquisas também trazem como resultado informações de que as supostas fotos de alienígenas que Bushman teria fotografado na Área 51 e apresentadas a jornalistas em 2014 não passaram de fotos diferentes de um mesmo boneco de borracha. O que não se explica é como um idoso de 77 anos e portador de doença grave em estágio terminal teria obtido o tal boneco e se dado ao trabalho de forjar a história, nem a razão pela qual o faria, uma vez que morreria logo a seguir e estava plenamente consciente de que lhe restava muito pouco tempo de vida.
Não se encontra ainda qualquer explicação para que as pessoas de grande credibilidade que ele teria envolvido em sua farsa não o teriam denunciado, durante o pouco tempo de vida ou mesmo depois de sua morte até o momento, quando já tiveram pelo menos 4 anos para fazê-lo.
Outra questão importante diz respeito a que tipo de interesse pessoas idôneas e com currículos imaculados teriam para se envolver numa farsa tão fácil de ser desmascarada, comprometendo suas carreiras sem nem um culpado vivo depois para justificar seus equivocos.

3  Se Bushman realmente existiu e se trate realmente do homem que aparece nos vídeos com idade avançada e saúde bastante debilitada, porque não se encontram os registros de sua morte, bem como de sua passagem – por tanto tempo – por órgãos tão importantes do governo?

As fontes oficiais negam haver qualquer registro  ou obituário em nome de qualquer “Boyd Bushman” desde a data em que teria dado a entrevista até a de sua suposta morte, que teria ocorrido em agosto de 2014. Estranhamente, a morte de Jesus Cristo ocorrida há 2.000 anos parece mais fácil de comprovar do que a de um homem de nossos dias com toda uma gama de informações pessoais, e desaparecido há apenas 4 anos, mesmo que ele tenha feito sucessivas aparições em diferentes canais da imprensa escrita, falada e televisiva, como o Discovery Channel, nos últimos 20 anos (a partir de 1999). Neste caso específico, em que Bushman denunciou abertamente grandes casos de acobertamento pelo governo através um canal conhecido mundialmente, por que razão o governo dos EUA não fez um único desmentido ou o fez responder legalmente pelas “falsas declarações”?

Falecido há mais de 4 anos, onde estariam enterrados os restos mortais de   Bushman?  E porque não é possível encontrar seu obituário em qualquer fonte?

Poder-se-ia dizer que isso é mais do que suficiente para provar que nunca tenha existido? Bastante discutível afirma-lo quando se sabe que integrantes de escalões sensíveis do governo – como os envolvidos em questões da segurança nacional – também não têm suas identidades reveladas durante ou após sua morte. Eles inclusive são recrutados entre os que não possuem contato ou não têm pessoas próximas da família, na maioria solteiros e sem filhos, justamente para não se correr o risco de revelarem segredos de estado.  Esse era exatamente o caso de Bushman. Prova mais evidente é que, até o momento, não surgiu uma única pessoa que o tenha identificado nos diferentes canais de comunicação em que apareceu por duas décadas (desde que se desligou do governo), apresentando-se como um parente, ou para desmentir suas denúncias. Mera coincidência? O procedimento de atribuir nomes falsos a agentes secretos do governo é bastante comum, bem como reter suas informações pessoais de modo a não ter segredos de estado revelados. A rigor, o que se mostra mais plausível: negar a existência de um homem ou simplesmente desaparecer com seus dados?

5.   Se nunca houve um Boyd Bushman, quem seria aquele homem que se apresentou como tal seguidas vezes, e porque jamais foi contestada sua falsidade ideológica durante as duas décadas de repetidas denúncias?

Esse é outro mistério que parece desafiar a lógica. Qualquer pessoa que assista a um de seus vídeos não terá dúvida de que seu estado de saúde no momento era bem real, como seus entrevistadores o afirmam até hoje. Como explicar que, após seu desaparecimento, não se encontre qualquer informação sua em qualquer fonte? Um embuste de tamanha magnitude por um civil debilitado não seria mais fácil de ser comprovado do que um acobertamento rotineiro e fugaz pelos órgãos oficiais? Acrescenta-se a isso o fato de que as entrevistas de Bushman rodaram o mundo, havendo muitas traduzidas para os idiomas de diversos países e divulgadas por importantes canais de notícias locais. Por que razão todos eles seriam coniventes com a gigantesca “farsa”, e jamais lançaram um desmentido de modo a não comprometer sua imagem perante seu público?

6. Qual teria sido o envolvimento de Bushman com o famoso Projeto Blue Book lançado pelo governo americano durante o período alegado de seu trabalho na CIA, uma vez que dizia respeito direto ao assunto em que estaria envolvido?

Segundo o próprio Bushman, o Projeto Blue Book não teve o objetivo de liberar ao público informações sobre inteligência extraterrestre, conforme largamente divulgado na época. Na verdade ele fora desenvolvido pela própria CIA justamente para desacreditar o fenômeno, que sofria uma forte pressão pela opinião pública a partir da “Batalha de Los Angeles” (quando Bushman integrava a CIA) e dos acontecimentos de Roswell (em 1947), que ainda repercutiam ao longo do governo Eisenhower. A “batalha de Los Angeles” foi outro caso de enorme repercussão mundial, quando forças militares da cidade teriam bombardeado um OVNI que permanecera pairado longo tempo sobre a cidade, diante dos olhos de milhares de testemunhas. Segundo Bushman, ele mesmo teria dado ao presidente a notícia de que mantinham alienígenas retidos na Área 51, quando então Einsenhower decidiu ele próprio ir até lá para comprová-lo.  Pesquisas em paralelo por diversas fontes na internet também dão informações sobre uma visita de Dwight Einsenhower à base militar em  1954, no segundo ano de seu mandato que foi até 1961 – o que realmente ocorreu – e que outras fontes dizem ter sido para um encontro programado com extraterrestres de uma nave alienígena que pousara na base diante de vários militares que acompanhavam o presidente. Algumas fontes dão notícia de que Einsenhower, inclusive, adentrara a nave e permanecera nela por longos 40 minutos, antes de voltar no avião presidencial para Washington. É claro que tal notícia jamais pôde ser confirmada. mas o fato é que se mostraram coincidentes em muitos pontos com os relatos de Bushman, quando afirmou que testemunhara pessoalmente o inusitado encontro, já que fora quem o motivara. 
 
Confiáveis ou não, o fato é que os relatos do suposto ex-agente da CIA não se tratou de mera ficção, e muitos dos dados que ele repassou a seus entrevistadores apontaram fortes ligações com outros acontecimentos largamente difundidos tanto na mídia americana quanto na mundial, mas que permaneceram nebulosos por conta de desmentidos do governo e campanhas que visavam desacreditá-los, a exemplo do Projeto Blue Book. 

Em se tratando de meras teorias da conspiração, ou acobertamentos do governo sobre fatos importantes para a humanidade, fica aqui a questão para o julgamento de cada um. Como tenho dito repetidas vezes, para quem acredita nenhum argumento é necessário, enquanto para quem não acredita nenhuma evidência é suficiente. Mais importante, portanto, é não fechar questão sobre nenhuma possibilidade, pois que a verdade, como dizia Giordano Bruno, não muda apenas porque a maioria não acredita nela. Prudente, portanto, é permanecer cético, sem contudo se mostrar incrédulo.


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